domingo, 14 de agosto de 2011

LIBERDADE E TRANQUILIDADE

Estar andando de navio pela primeira vez em alto mar, nós dá um frio na barriga, mas, o que mais vale a pena é apreciar as belas paisagens e viver intensamente esse momento.


Encarar e vida e seguir em frente, acreditar que cada um de nós chegará no outro lado da ilha, para que possamos apreciar as belezas que a vida e a natureza nos reservam. Ou mesmo, Preciosa (2005, p.22) diria que
Existir é expandir-se. E nascer é o primeiro grande evento na vida de qualquer um, aquele que inaugura nossa vocação de viajantes. Cortado o laço umbilical, somos arremessados a um outro espaço-tempo, um território de existência, onde encaramos e com o qual vamos construindo sucessivas paisagens subjetivas. E nessa vida-viagem, a que estamos atrelados, experimentaremos com certeza ora situações de extrema leveza, ora de inigualável peso.
Para viver esses momentos de medo, devemos nos encorajar e enfrentar os perigos e as armadilhas que a vida nos oferece e fazer delas um aprendizado para a nossa existência, mas para que tudo isso ocorra é necessário que a gente exista, para que assim começaremos a navegar por lugares desconhecidos e que depois de várias tempestades podemos ver que a vida valeu a pena.

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